quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Česká republika

Pois é, voltei.
E como vocês partilham da inteligência humana já se devem ter apercebido que desta ocasião calhou-me a Republica Checa, mais particulamente uma pequena mas frondosa vila a que por lá chamam Chastrava.
Ora portanto, vamos lá começar pelo início, senão daqui a pouco pareço o Saramago a escrever, cheio de enredos e pés sem meias e meias sem pés e frases sem pontuação ou pontuação a minha maneira.
Desta vez parti demanha, como sempre cheio de armas e bagagens, até pareço uma mulher, daquelas empiriquitadas. E parti para longe do meu Pais, por nove dias, é a vida de camionista...esses nómadas da actual fase de desenvolvimento da civilização, sem tenda remendada mas com um reluzente camião. Mais uma vez despedi-me de quem vi na aldeia, porque pelos vistos aqui, meio familiar de grande pequenez, todos ficam logo de saudades minhas até quem eu nunca sequer me coube um bocado no coração.
Adiante, que estou demorosamente sentimentalista. Prego na chapa que se faz tarde e lá fomos, cortanto Espanha, França, Alemanha até o destino marcado: Chastrava, na República Checa.
Na França, estrada do centro fizemos uma paragem para arranjar uma massita esparguete que soube que nem chocolate, para quem dele se lambe. Vira que se assa mal terminamos o repasto, domindo na Alemanha das salsichas gigantes. É um país bem organizado, sem margem de dúvida, mas também muito igual em si, sem grandes constrastes. Cidades gigantes, colinas verdes, florestas....florestas, colinas verdes e castanhas, Cidades gigantes e gente de poucas falas mas muito competente.
Depois foi entrar na Checa, país, bem entendido, porque elas lá estavam logo a entrada, heheheheh, assim como casas de coração cor de rosa. A sorte é que eu não sou dessas vidas, heheheheh. Mas já as jovens Checas não me importava de trazer uma comigo, até me senti revigorisado verdadeiro, sim tu sabes quem és, eu não sou o unico. Subiu-me o meu ego com aqueles olhares quimicos, vocês sabem! Louras, giras e olhar tao timido quando malandro, lol. Senti-me bonito, giro, galã, o maior,...
Mas hade haver mais, por breves trechos de momentos pensei em ficar logo por lá a labutar na fábrica onde descarregamos. Olhem e não é que havia lá um bar com o nome Jonhy; sinais do tempo de globalização e dispersão, talvez numa tentativa de imitação à chinês, eu próprio já estou é dúbio. E os travantes, grandes máquinas capazes de resistir a todos os males mundiais e espaciais, brum, shpo, brum, que som estereofónico magnífico, lindo atrevo-me a dizer. De resto era Skoda para ali e para aqui e ordem inversa ou coisa que valha.
E enfim, lá passamos o fim de semana a ver ruas e passar o velho comboio, que deve ser ainda um fóssil comunista.
Descarregamos e fomos carregar a Magderburgo na Alemanha, para Lugo, Espanha.
Bem para baixo chovia se Deus a dava ma so bicho não baixou dos 90 Km\h. E qunado fizemos uma pargem para mudar de cartão, para variara em França, perto de Angouléme, lá veio um rabeta para o nosso lado sem tirar os olhos, e eu bem tentava desviar mas o raio da curiosidade não deixa. Porra sá elas é que não vem ter connosco, hehehe, isso sim era conversa, heheheh
Mas enfim, bora lá daí para fora antes que pega-se no estintor e consequências maiores poderiam surgir.
E pronto, viemos para Espanha e eu para Portugal, pois tive que trazer o camião a outro que trazia roupas para a La Redoute e já não tinha horário. Boa malta, e disseram-me que eu tinha que pegar num camião....ai o que ai vem
Forte abraço

2 comentários:

Rui disse...

Bem assim até parece que viajamos contigo só me custa não ter visto com os meus olhos as Checas,mas eu sei que tiraste umas fotos!!! Estas no bom caminho(Republica Checa,lol!!!).
Grande Abraço.

Anônimo disse...

Estou a gostar desta maneira de viajar :)lol
Então sentist-t bonito,giro, galã?! Tao ms tu ja és.. N sabias?!
Tou a ver k elas conkistaram-t :)
tens la um bar e nm dizias nd a gente :) lol
Bjitos